27 de julho de 2023 . Blog
Dor de Garganta: a verdade por trás dos mitos sobre a dor de garganta
Muitos mitos se desenvolveram quando o assunto é dor de garganta. Quem nunca ouviu mães e avós com suas crenças?! A maioria desses mitos surge da tentativa de explicar as causas e sintomas das doenças, enquanto outros derivam de tradições culturais e supersticiosas. No entanto, essas teorias nem sempre refletem a realidade médica, e podem até levar a conselhos de tratamento ineficazes ou prejudiciais.
O otorrino particular Dr. Fausto Nakandakari já falou sobre este tema no seu blog e volta para desvendar alguns desses mitos, proporcionando uma melhor compreensão sobre a temível dor de garganta.
Mito 1: Dor de garganta é sempre sinal de infecção bacteriana
Otorrino esclarece – “Embora seja verdade que algumas dores de garganta possam ser causadas por bactérias, como no caso de uma amigdalite estreptocócica, a grande maioria é causada por vírus. Essas dores virais são, por exemplo, sintomas comuns de gripes e resfriados, e normalmente se resolvem sem a necessidade de antibióticos.”
Mito 2: Gritar e cantar alto causam dor de garganta
O Dr. Fausto admite que forçar a voz pode levar a uma dor de garganta temporária, mas isso não significa que gritar ou cantar sempre resultarão em dor. “O uso excessivo das cordas vocais pode causar tensão e irritação, resultando em dor”, explica. “No entanto, cantores profissionais e outros artistas que usam a voz de forma intensiva geralmente aprendem técnicas para evitar essa sobrecarga.”
Mito 3: Tomar sorvete causa dor de garganta
Segundo o especialista, essa crença popular não tem base científica. “Não há nenhuma evidência clínica de que o consumo de alimentos frios cause dor de garganta”, assegura o Dr. Nakandakari. “Na verdade, em alguns casos, como após uma cirurgia de amígdalas, recomenda-se a ingestão de alimentos frios para ajudar a aliviar a dor e o inchaço.”
Mito 4: Beber água gelada dá dor de garganta
Outro mito comum é que beber água gelada pode causar dor de garganta. Otorrino refuta essa ideia, esclarecendo que “o consumo de água gelada não tem nenhuma relação comprovada com o desenvolvimento de dor de garganta. Na verdade, manter-se hidratado é uma das melhores maneiras de aliviar os sintomas de uma garganta irritada ou inflamada.”
Mito 5: Dor de garganta sempre é contagiosa
Nem todas as dores de garganta são contagiosas. “Existem várias causas não infecciosas de dor de garganta, como refluxo ácido, alergias e irritação por poluição do ar ou fumo de cigarro”, pontua. “Nesses casos, a dor de garganta não é contagiosa.”
Mito 6: Tratar dor de garganta com antibióticos é sempre a melhor opção
Os antibióticos são eficazes no tratamento de infecções bacterianas, mas não têm efeito sobre os vírus. Portanto, o Dr. Fausto adverte que “o uso desnecessário de antibióticos para tratar dores de garganta causadas por vírus não só é ineficaz, como pode levar ao desenvolvimento de resistência bacteriana.”
Desmistificar essas crenças populares é fundamental para entender melhor a dor de garganta e garantir um tratamento adequado. O otorrino encoraja a consulta com profissionais de saúde sempre que se está em dúvida sobre sintomas ou tratamentos. “Não devemos permitir que mitos e desinformação nos afastem das melhores práticas de saúde”, conclui.
O otorrino particular Dr. Fausto Nakandakari já falou sobre este tema no seu blog e volta para desvendar alguns desses mitos, proporcionando uma melhor compreensão sobre a temível dor de garganta.

Mito 1: Dor de garganta é sempre sinal de infecção bacteriana
Otorrino esclarece – “Embora seja verdade que algumas dores de garganta possam ser causadas por bactérias, como no caso de uma amigdalite estreptocócica, a grande maioria é causada por vírus. Essas dores virais são, por exemplo, sintomas comuns de gripes e resfriados, e normalmente se resolvem sem a necessidade de antibióticos.”
Mito 2: Gritar e cantar alto causam dor de garganta
O Dr. Fausto admite que forçar a voz pode levar a uma dor de garganta temporária, mas isso não significa que gritar ou cantar sempre resultarão em dor. “O uso excessivo das cordas vocais pode causar tensão e irritação, resultando em dor”, explica. “No entanto, cantores profissionais e outros artistas que usam a voz de forma intensiva geralmente aprendem técnicas para evitar essa sobrecarga.”
Mito 3: Tomar sorvete causa dor de garganta
Segundo o especialista, essa crença popular não tem base científica. “Não há nenhuma evidência clínica de que o consumo de alimentos frios cause dor de garganta”, assegura o Dr. Nakandakari. “Na verdade, em alguns casos, como após uma cirurgia de amígdalas, recomenda-se a ingestão de alimentos frios para ajudar a aliviar a dor e o inchaço.”
Mito 4: Beber água gelada dá dor de garganta
Outro mito comum é que beber água gelada pode causar dor de garganta. Otorrino refuta essa ideia, esclarecendo que “o consumo de água gelada não tem nenhuma relação comprovada com o desenvolvimento de dor de garganta. Na verdade, manter-se hidratado é uma das melhores maneiras de aliviar os sintomas de uma garganta irritada ou inflamada.”
Mito 5: Dor de garganta sempre é contagiosa
Nem todas as dores de garganta são contagiosas. “Existem várias causas não infecciosas de dor de garganta, como refluxo ácido, alergias e irritação por poluição do ar ou fumo de cigarro”, pontua. “Nesses casos, a dor de garganta não é contagiosa.”
Mito 6: Tratar dor de garganta com antibióticos é sempre a melhor opção
Os antibióticos são eficazes no tratamento de infecções bacterianas, mas não têm efeito sobre os vírus. Portanto, o Dr. Fausto adverte que “o uso desnecessário de antibióticos para tratar dores de garganta causadas por vírus não só é ineficaz, como pode levar ao desenvolvimento de resistência bacteriana.”
Desmistificar essas crenças populares é fundamental para entender melhor a dor de garganta e garantir um tratamento adequado. O otorrino encoraja a consulta com profissionais de saúde sempre que se está em dúvida sobre sintomas ou tratamentos. “Não devemos permitir que mitos e desinformação nos afastem das melhores práticas de saúde”, conclui.